23 Junho, 2009

«FILOSOFIA DO RITMO PORTUGUESA», DE RODRIGO SOBRAL CUNHA, APRESENTADA NO PORTO

Cerca de trinta pessoas, oriundas de diversas áreas do saber, marcaram presença na sessão de apresentação de Filosofia do Ritmo Portuguesa, de Rodrigo Sobral Cunha, na Cidade Invicta, evento que teve lugar no passado dia 19 de Junho, no Auditório do Instituto de Biologia Molecular e Celular, e foi moderado por Alexandre Quintanilha. Saiba mais nos Cadernos de Filosofia Extravagante.

14 Junho, 2009

SERRA D'OSSA REEDITA «O PLUTOCRATA», DE ORLANDO VITORINO

Na próxima rentrée, a Serra d’Ossa vai reeditar o livro O Plutocrata, da autoria de Orlando Vitorino, que o assinou com o pseudónimo de Ernesto Palma. A obra, originalmente publicada em 1996 pelas Edições Ledo, e cuja actualidade se mantém intocada, será prefaciada por Elísio Gala, do círculo dos Cadernos de Filosofia Extravagante.

NA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA: «FILOSOFIA DO RITMO PORTUGUESA» APRESENTADA NO PORTO


Filosofia do Ritmo Portuguesa, de Rodrigo Sobral Cunha, será apresentada no próximo dia 19 de Junho, pelas 17:00, no Auditório do Instituto de Biologia Molecular e Celular do Porto. Saiba tudo nos Cadernos de Filosofia Extravagante e na Nova Águia.

09 Junho, 2009

DOIS TÍTULOS DA SERRA D'OSSA EM EVIDÊNCIA NA «NOVA ÁGUIA»

O Canto dos Seres - Saudade da Natureza, de Pedro Sinde, e Filosofia do Ritmo Portuguesa, de Rodrigo Sobral Cunha, livros publicados em 2008 pela Serra d'Ossa Edições, na colecção Textos de Arte Poética, foram objecto de recensões críticas no terceiro número da revista Nova Águia.

Joaquim Domingues, que se ocupou de O Canto dos Seres, refere-se a este livro como "uma bela composição, no âmbito do que Leonardo Coimbra crismou de lirismo metafísico".

E prossegue:

"Sem prejuízo do seu valor probatório - que nem só as fórmulas matemáticas ou a lógica elementar garantem as certezas que professamos -, o estilo argumentativo, de índole predominantemente lírica, vive da evocação da experiência pessoal em face da natureza animada. O lirismo metafísico, contudo, não resulta da exaltação do eu, nem do gosto da subjectividade, antes está apostado em patentear as verdades que aí estão, dentro e diante de nós, impressas na criação, ou, acima de nós, projectadas nos céus.

"Poucos se têm aventurado neste difícil exercício, que conta algumas das mais ricas obras da nossa literatura, como A Alegria, a Dor e a Graça, de Leonardo Coimbra, mas também muito belas e altas páginas de Teixeira de Pascoaes, de Raul Brandão e de Guerra Junqueiro, por exemplo. Já se sabe que não faltará quem rejeite para o domínio da fantasia inconsequenmte essas e outras provas de que o de que o 'amor da sabedoria' não se confina a fórmulas pré-estabelecidas, mesmo quando dignas de todo o respeito e apreço. Uma filosofia que apenas atendesse à razão, para mais concebida a partir do modelo cientificista, revelar-se-ia, porém, tão insatisfatória e absurda como a que se restringisse aos testemunhos da sensibilidade, se tal fosse possível..."


Debruçando-se sobre a Filosofia do Ritmo Portuguesa, António Braz Teixeira escreve:

"Este pequeno livro, rico em sugestões e pistas reflexivas, visa demonstrar a afirmação liminar de que "há uma filosofia do ritmo portuguesa " (p. 9), cujo centro irradiador se encontraria na filosofia criacionista do ritmo ou "monadologia rítmica" de Leonardo Coimbra e na ritmanálise de Lúcio Pinheiro dos Santos. Daí que seja este o núcleo do volume, completado por duas outras partes, intituladas, respectivamente, Afinidades e O ritmo excelso".

E, a finalizar, considera:

"Rigorosamente pensado e elegantemente escrito, este breve e denso ensaio de Rodrigo Sobral Cunha anuncia um pensamento amadurecido e original, situado na relação de essencial complementariedade entre poesia e filosofia, ao mesmo tempo que confirma as qualidades de subtil e compreensivo hermeneuta (presentes no seu recente volume sobre a filosofia de Silvestre Pinheiro Ferreira), pensador e intérprete dotado de voz e visão própria no quadro da mais nova geração da filosofia portuguesa, que, embora não haja beneficiado do magistério directo de José Marinho, Álvaro Ribeiro, Sant'Anna Dionísio ou Agostinho da Silva, tem sabido honrar e prosseguir dignamente a sua herança especulativa".

Filosofia do Ritmo Portuguesa suscitou ainda, neste terceiro número da Nova Águia, um breve apontamento a Renato Epifânio. Eis um excerto: "Este é, antes de mais, um livro escrito com o corpo. Porque só o corpo tem, antes de mais, a experiência do ritmo que atravessa todo o cosmos, todo o ser. De tal modo que, como escreveu Teixeira de Pascoaes, se pode mesmo dizer que "o ritmo é a substância das coisas".

16 Março, 2009

NO PRÓXIMO SÁBADO: "FILOSOFIA DO RITMO PORTUGUESA" APRESENTADA EM SETÚBAL...

O livro Filosofia do Ritmo Portuguesa, de Rodrigo Sobral Cunha, editado pela Serra d'Ossa em Outubro de 2008, será apresentado pelo seu autor no próximo sábado, dia 21 de Março, pelas 18 horas, na Casa Bocage, em Setúbal, numa sessão que contará ainda com a presença de Renato Epifânio, e em que serão igualmente apresentados o segundo número da revista Nova Águia, dedicado ao Padre António Vieira, e as Actas do III Colóquio Luso-Galaico sobre a Saudade: em Homenagem a Dalila Pereira da Costa (a apresentação será feita por Maurícia Teles da Silva), dois títulos com a chancela da Zéfiro, editora que promove a sessão.

08 Março, 2009

ESTE MÊS: "CADERNOS DE FILOSOFIA EXTRAVAGANTE" EM SESIMBRA (DIA 21) E LISBOA (DIA 22)

O primeiro número dos Cadernos de Filosofia Extravagante intitula-se Universalidades e será lançado em Sesimbra, na Biblioteca Municipal, no próximo dia 21 de Março, sábado, pelas 15 horas. A apresentação estará a cargo de três colaboradores dos Cadernos: Luís Paixão, Isabel Xavier e Rodrigo Sobral Cunha.
No dia seguinte, domingo, haverá nova sessão de apresentação, desta vez em Lisboa, na Galeria Matos Ferreira. Terá início às 18 horas, e contará com a participação de António Telmo, Pedro Martins e Renato Epifânio.
O desenho da capa da nova publicação, não-periódica, da Serra d'Ossa Edições, é da autoria do pintor e filósofo Carlos Aurélio.
O alinhamento do primeiro número é o seguinte:
- Apresentação
- A noz, António Carlos Carvalho
- Poética (e configurações) marrana(s), Alexandre Teixeira Mendes
- A identidade religiosa de Luís de Camões, António Telmo
- Harmonia abraâmica: o triplo anel ou a herança de Portugal, Pedro Sinde
- Sê, para que tudo seja (o som abstracto), Rodrigo Sobral Cunha
- Repensar o problema da filosofia portuguesa, Elísio Gala
- Dois poemas, Isabel Xavier
- Uma heresia de Pascoaes, Pedro Martins
- Um galo a Asclépio, Avelino de Sousa
- Os templos do pensamento português, Luís Paixão
- Coincidências, Cynthia Guimarães Taveira
- Para o preâmbulo de um estatuto senatorial, Fuas Paquim
- Carta ao Professor, Maria do Resgate Almadanim
- Neve (sonho), Avelino de Sousa
- Carta a Pedro Martins, António Telmo
- Páginas de autobiografia espiritual, Paulo Júlio Guerreiro dos Santos
- Livre interpretação do mito de Teseu e o Minotauro, Avelino de Sousa

15 Fevereiro, 2009

O testemunho de um leitor

“Este livro parece dizer tudo o que precisa ser dito. Tenho um desejo infantil de o oferecer a todos quanto conheço.”
Quem, há poucos dias, assim escreveu sobre O Canto dos Seres – Saudade da Natureza, o livro de Pedro Sinde com que a Serra d’Ossa iniciou a sua actividade em Abril de 2008, foi Miguel Conceição, que, com Nuno Almeida, mantém, desde Junho de 2007, o blogue Sabedoria Perene, dedicado ao estudo das doutrinas tradicionais ou da Tradição, e da Sophia Perennis, e que vivamente aconselhamos aos nossos leitores. Leia, na íntegra, o texto da entrada que Miguel Conceição dedicou a’O Canto dos Seres. Aqui.